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Boletim


SINDICALISTAS E TRABALHADORES EM COOPERATIVA SÃO IMPEDIDOS DE PARTICIPAR DE ASSEMBLÉIA ILEGAL



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Alertados por um edital, no mínimo "muito" estranho, que fazia o chamamento no dia 22 de maio de 2017 para um assembléia já no dia 23 de maio na cidade de Cáceres na qual iria-se dar ao SINDICATO dos Trabalhdores nas Industrias de Alimentação e do Álcool e Açucar de Cáceres o poder para negociar salários, direitos trabalhistas e verificar o pagamento de todos os direitos rescisórios aos trabalhadores nas Cooperativas de  Araputanga, Barra do Bugres, Cáceres, Comodoro, Cruzeiro, Indiavaí, Jauru, Mirassol, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Porto Estrela, Poconé, Reserva, Rio Branco, Salto do Céu, São José dos Quatro Marcos, Vila Bela, Campos de Júlio, Conquista, Curvelandia, Figueirópolis, Glória, Lambari, Nova Lacerda e Vale São Domingos, cuja presidência está sendo exercida pela Sra Gláucia Maria Andrade Gonzaga.


Ao constatar o Edital, a Direitoria do Sindicato não conseguiu encontrar nenhum trabalhador em Cooperativa que tivesse conhecimento do edital ou mesmo de algum chamamento ou reunião realizada nas cooperativas da região com o objetivo de articular à que o Sindicato das Indústrias de Alimentação e do Álcool os perante a Patronal.


"Ligamos para as principais cooperativas da região e nossas lideranças locais desconheciam o trabalho deste Sindicato das Indústrias do Álcool em prol dos Trabalhadores em Cooperativas. Foi aí que começamos a desconfiar de que esta Assembléia poderia ser uma tentativa de golpe contra os direitos do trabalhador. Reuni minha direitoria, um grupo de trabalhadores em Cooperativa da própria região e fomos participar desta assembléia, já que ela se propunha à discutir questões ligadas à nossa Categoria" pontua Fábio Viana, Presidente do SINTRACOOP MT.


A caravana de trabalhadores em cooperativa seguiu rumo ao endereço citado no edital. Lá chegando às 17h30 foram impedidos de entrar no local onde seria realizada a assembléia, sob a alegação de que "É um evento fechado, restrito à diretoria do atual sindicato do álcool" em cuja sede está sendo realizado o evento. Barrando a entrada dos trabalhadores em cooperativa à esta assembléia, estranhamente estava um policial civil, com colete, algemas e armado. 


Preocupados à que a Assembléia se iniciasse ao arrepio da Lei, e decisões contrárias à todas as conquista da categoria fossem tomadas ali, os trabalhadores se manifestaram contra o impedimento de sua participação na assembléia e o tumulto causado terminou por impedir a realização de um evento à portas fechadas que tinha tudo para ser desastroso e causar enormes prejuízos à categoria.


"Pessoas desconhecidas da categoria, se dizendo Líderes Sindicais Cooperativistas, apoiados apenas por um grupo de seus próprios familiares e protegidas por um policial civil, que fez uso de sua função para tentar intimidar, articularam uma tentativa de USURPAÇÃO DA REPRESENTAÇÃO SINDICAL que é, por direito adquirido, exclusiva do SINTRACOOP MT" aponta Ricardo Marana, Diretor e Líder Sindical, que conclui... "Um verdadeiro atentado à unicidade sindical cuja nossa presença foi impedida sob ameça à mão armada ! "


EM NOTA OFICIAL o SINTRACOOP MT repudiou a referida Assembléia, por não cumprir os pré-requisitos mínimos para ter validade jurídica e também fez memória ao fato de que existe uma UNICIDADE na representação sindical de todos os trabalhadores em Cooperativa, que, independente da função exercida, são representado única e exclusivamente pelo Sindicato Estadual da Categoria dos Trabalhadores Celetistas nas Cooperativas de Mato Grosso, que tem seu registro sindical devidamente cadastrado no MTE, que lhe dá a referidade legitimidade de representação da categoria do Cooperativismo Laboral.


"Essa assembléia tenta fazer uma alteração ilegal de base.  Ela desrespeita a portaria 326/2013 e com as alterações 671/2015 do Ministério do Trabalho e Emprego,  que regulamenta as dirtirizes de FUNDAÇÃO fusão de sindicatos e inclusive alterações estatutárias, dentre outros requisitos que ali foram desrespeitados, como por exempolo o que determina prazo mínimo de vinte dias da data da publicação à realizaçã o da Assembléia, por formça da SUMULA 677 do STF" avalia Dr. Fábio Daniel, advogado do SINTRACOOP MT.


Nosso repúdio também está apoiado no dispositivo consitucional oitavo que veda toda a alteração genérica de forma ilegal. O SINTRACOOPMT por meio desta nota, quer tornar público que, sempre  preservou o diálogo no campo das idéias e que abomina qualquer ato de vandalismo ou atentatório aos direitos constitucionais. Lutaremos pelos direitos de nossos representados à custo de nosso próprio sangue se preciso for.   Conclui a nota.


Com certeza, muitas explicações ainda pecisarão ser dadas para que se possa chegar à real compreensão dos motivos que levaram este sindicato do Álcool, na figura de sua Presideente Sra Glaucia Maria Andrade Gonzaga,  à querer ter o poder de decidir sobre os salários e dirietos trabalhistas de milhares de trabalhadores que eles sequer conhecem. O SINTRACOOP MT, em nome de sua direitoria repudia o trabalho escravo, o retrocesso dos direitos trabalhistas já conquistados, a coação à mão-armada e toda e qualquer tentativa de vender ao patrão os direitos já adquiridos do trabalhadores.  


ESTAMOS ATENTOS e ASSIM CONTINUAREMOS !  SINTRACOOP MT é de organização e Luta !


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