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Boletim


NOTA de NÃO PARALISAÇÃO dos TRABALHADORES nas COOPERATIVAS durante a GREVE GERAL de 28/04



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Em nota divulgada na tarde de hoje, dia 27/04, a Diretoria do SINTRACOOPMT informa à todos os Cooperários e também ás cooperativas do Estado de Mato  Grosso as razões pelas quais os Colaboradores e Trabalhadores das Cooperativas situadas no MT NÃO PODERÃO ADERIR À GREVE GERAL, convocada pelas Centrais Sindicais para ser realizada dia 28/04 em todo o Brasil.


MOBILIZAÇÃO SINDICAL É COLETIVO DE SOLIDARIEDADE

Caríssimos trabalhadores, diretores e dirigentes cooperativistas do estado 
do Mato. 
O SINTRACOOP-MT, na figura de seu Presidente Sr. Fabio Viana, vem a 
público repudiar veemente a aprovação, na noite desta quarta-feira (26), 
do texto da Reforma Trabalhista na Câmara dos Deputados. Os 296 
deputados que votaram a favor da proposta, mais uma vez, negaram 
apoio aos trabalhadores e à sociedade que dizem representar e 
aproveitaram ainda a oportunidade para desmontar a estrutura sindical 
Brasileira. O Sintracoop-Mt, através de sua Federação Nacional dos 
Trabalhadores Celetistas em cooperativa e sua Central Sindical-NCST, 
esclarece ainda que fez nova tentativa de tentar impedir a urgência da 
votação e entregou um documento, juntamente com a Associação dos 
Magistrados do Trabalho (Anamatra), a Ordem dos Advogados do Brasil 
(OAB), o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Conferência Nacional dos 
Bispos do Brasil (CNBB), pedindo um prazo maior ao presidente da Casa, 
deputado Rodrigo Maia, para que o texto apresentado fosse discutido 
com a população e com mais participação da sociedade, mas as 
solicitações foram totalmente ignoradas. 
 
A afirmação, por parlamentares favoráveis a reforma, de geração de 
empregos por meio desta aprovação, é fantasiosa e visa confundir a 
população. Os altos índices de desemprego no Brasil passam pela má 
condução da economia brasileira, o abandono do tripé econômico e casos 
de corrupção que desmantelaram estatais, fatores que causaram um 
colapso em setores importantes para a geração de postos de trabalho e 
nos levaram para a maior recessão da história. Mas, como ocorre em toda 
crise, a população é obrigada a pagar a conta da ineficiência de 
governantes. A Reforma Trabalhista suprime direitos trabalhistas consolidados e essenciais para manter a qualidade de vida e a saúde do 
trabalhador, precarizando a relação de trabalho e sucateando a CLT. 
Neste momento, caríssimos Trabalhadores, dirigentes cooperativistas do 
Estado do Mato Grosso, solicito “paciência” de nossos dirigentes 
cooperativistas e compreensão de nossos colaboradores em especial onde 
“haverá paralisação dos ônibus coletivos” onde dificultará o deslocamento 
para o trabalho ou até á não ida ao local de trabalho. 
Nós do SINTRACOOP-MT, sabemos que esse movimento apenas começará 
nesta data de “28 de Abril” e sem data para acabar e claro tem seus 
motivos enraizados nestas mudanças de grande impacto na vida de nossos 
Trabalhadores, trabalhadoras e sobre a sobrevida sindical e com isso, 
manifestamos a todos nossos trabalhadores para “NÃO aderir a GREVE 
GERAL” Primeiro, pois não houve até então assembleia Geral para tal 
manifestação, segundo, não somos funcionários públicos para todos estar 
amparado pela estabilidade no emprego e estabilidade salarial, e que o 
Sindicato dos trabalhadores em cooperativa e nossos 7 pontos de 
atendimento dentro do Estado do Mato Grosso irá Funcionar 
normalmente e que nossa ação para essas truculências que nossos 
trabalhadores e trabalhadoras deste nosso Brasil vêm sofrendo, será feita 
semana que vêm onde estaremos todos em Brasília-DF, protocolando 
mais um Documento solicitando mudança geral, na Previdência Social e na 
reforma trabalhista, onde se não houver realmente outra maneira, então 
serão tomadas outras medidas mais eficazes. 
Grato Pela Compreensão de todos. 
Fabio Viana
Presidente

Caríssimos trabalhadores, diretores e dirigentes cooperativistas do estado do Mato. 

O SINTRACOOP-MT, na figura de seu Presidente Sr. Fabio Viana, vem a público repudiar veemente a aprovação, na noite desta quarta-feira (26), do texto da Reforma Trabalhista na Câmara dos Deputados.

Os 296 deputados que votaram a favor da proposta, mais uma vez, negaram apoio aos trabalhadores e à sociedade que dizem representar e aproveitaram ainda a oportunidade para desmontar a estrutura sindical Brasileira. O Sintracoop-Mt, através de sua Federação Nacional dos Trabalhadores Celetistas em cooperativa e sua Central Sindical-NCST, esclarece ainda que fez nova tentativa de tentar impedir a urgência da votação e entregou um documento, juntamente com a Associação dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pedindo um prazo maior ao presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia, para que o texto apresentado fosse discutido com a população e com mais participação da sociedade, mas as solicitações foram totalmente ignoradas.  

A afirmação, por parlamentares favoráveis a reforma, de geração de empregos por meio desta aprovação, é fantasiosa e visa confundir a população. Os altos índices de desemprego no Brasil passam pela má condução da economia brasileira, o abandono do tripé econômico e casos de corrupção que desmantelaram estatais, fatores que causaram um colapso em setores importantes para a geração de postos de trabalho e nos levaram para a maior recessão da história. Mas, como ocorre em toda crise, a população é obrigada a pagar a conta da ineficiência de governantes. A Reforma Trabalhista suprime direitos trabalhistas consolidados e essenciais para manter a qualidade de vida e a saúde do trabalhador, precarizando a relação de trabalho e sucateando a CLT. Neste momento, caríssimos Trabalhadores, dirigentes cooperativistas do Estado do Mato Grosso, solicito “paciência” de nossos dirigentes cooperativistas e compreensão de nossos colaboradores em especial onde “haverá paralisação dos ônibus coletivos” onde dificultará o deslocamento para o trabalho ou até á não ida ao local de trabalho. 

Nós do SINTRACOOP-MT, sabemos que esse movimento apenas começará nesta data de “28 de Abril” e sem data para acabar e claro tem seus motivos enraizados nestas mudanças de grande impacto na vida de nossos Trabalhadores, trabalhadoras e sobre a sobrevida sindical e com isso, manifestamos a todos nossos trabalhadores para “NÃO aderir a GREVE GERAL” Primeiro, pois não houve até então assembleia Geral para tal manifestação, segundo, não somos funcionários públicos para todos estar amparado pela estabilidade no emprego e estabilidade salarial, e que o Sindicato dos trabalhadores em cooperativa e nossos 7 pontos de atendimento dentro do Estado do Mato Grosso irá Funcionar normalmente e que nossa ação para essas truculências que nossos trabalhadores e trabalhadoras deste nosso Brasil vêm sofrendo, será feita semana que vêm onde estaremos todos em Brasília-DF, protocolando mais um Documento solicitando mudança geral, na Previdência Social e na reforma trabalhista, onde se não houver realmente outra maneira, então serão tomadas outras medidas mais eficazes. 

Grato Pela Compreensão de todos. 

Fabio Viana
Presidente





Leia abaixo a íntegra da nota publicada pela Presidência da FENATRACOOP:

Brasília – DF, 26 de abril de 2017.

Caros companheiros,

Estamos passando por um período turbulento que deve prejudicar, e muito, as relações de trabalho em nosso país. O movimento sindical no Brasil hoje está para ser restringido em suas ações. Querem o retorno da tutela estatal nos sindicatos e o fim da liberdade sindical conquistada na Constituição Federal.

Querem e vão tirar a forma de sustento da máquina sindical, o que vai nos transformar em verdadeiras copas tuteladas pelos patrões. As centrais sindicais convocaram uma greve geral para o dia 28 próximo, que conta com todo nosso apoio. Esta data que será sexta-feira próxima, antecede um sábado, um domingo e uma segunda-feira de feriado. Porém, para aderimos a uma greve geral temos que ter uma decisão assemblear, o que deve acontecer nesta mesma data.

A assembleia acontecerá às 20 horas na sede do Sintracoop em Campo Morão no Paraná. Onde será colocado o assunto em pauta e decidido pelos presidentes dos sindicatos filiados e também pelo conselho de representantes da Fenatracoop. Caso aprovado, temos 72 horas para comunicar as cooperativas, a OAB e as OCBs de todo o Brasil para que aconteça a paralisação. Com a opção de greve deliberada devemos deslocar nosso efetivo para todos os estados brasileiros. Serão 600 pessoas devidamente treinadas para realização da greve em todo o Brasil a partir de terça-feira.

A situação é grave, não podemos deixar que o Estado tire a proteção dos trabalhadores, que é o sindicato e a CLT, e também retire seu direito de aposentadoria.

Vamos lutar, como categoria forte que somos, para proteger os trabalhadores e evitar que eles sejam submetidos a condições degradantes, tenham salários reduzidos e que fiquem desassistidos.

Contamos com o apoio de todos para que seja tomada a melhor decisão.

Mauri Viana Pereira
Presidente da Fenatracoop.


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